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Algumas trajetórias não começam com glamour. Começam com necessidade, disciplina e uma câmera emprestada. A história de Yhuri Ramos é exatamente assim: construída no movimento, no suor e na clareza de que imagem nunca foi apenas sobre fotografia, sempre foi sobre posicionamento.
Natural de Vacaria, no Rio Grande do Sul, Yhuri cresceu em meio a negativos, estúdios e clientes. Filho e neto de fotógrafo, a imagem entrou na sua vida antes mesmo de virar profissão. Ainda criança, já ajudava o pai no estúdio, separava fotos, organizava materiais e entregava trabalhos de bicicleta pela cidade. As fotos iam escondidas por dentro da camiseta, presas na calça. O endereço vinha na mão. A venda, por conta própria. Aos dez anos, ele já negociava com clientes e aprendia, na prática, que nada vem sem troca.

A separação dos pais trouxe mudanças importantes e novos aprendizados. Desde cedo, Yhuri passou a lidar com responsabilidades que contribuíram para seu amadurecimento. Aos 14 anos, seu pai lhe emprestou uma câmera analógica, o que marcou o início de sua relação prática com a fotografia. Foi nesse período que passou a entender, na prática, o valor do trabalho e das próprias escolhas.
O TRABALHO ANTES DO STATUS
Foi assim que começou. Durante a semana, fotografava fachadas de lojas, andando quilômetros com uma câmera no pescoço e oferecendo seu trabalho de porta em porta. Aos domingos, antes do sol nascer, estava na porta da igreja fotografando batizados. O modelo era simples e duro: fazia as fotos sem compromisso, revelava por conta própria e depois ia até a casa das pessoas tentar vender. Tudo a pé ou de ônibus. Difícil, mas honesto. E suficiente para viver do próprio esforço.
Por anos, fotografou sem grande evolução técnica. Até entender que talento sem conhecimento tem teto baixo. Incentivado pela mãe, decidiu buscar formação acadêmica. Na cabeça, só existia uma opção: Londres. Ele acreditava que fotografia não era curso no Brasil. Ironia do destino, pouco depois dessa decisão, a Univali abriu a faculdade de fotografia em Florianópolis.
A graduação foi um divisor de águas. Não apenas pela técnica, mas pela visão. Yhuri passou a entender que conhecimento muda tudo. Mergulhou em estudos de iluminação, consumia revistas de moda garimpadas em sebos, analisava bastidores, observava luz, composição, intenção. Virou obsessão. Workshops, congressos, prática diária. Fotografia 24 horas por dia.
O resultado veio rápido. A fotografia evoluiu. O olhar amadureceu. O mercado começou a perceber.

LONDRES NÃO ENSINOU FOTOGRAFIA. ENSINOU POSICIONAMENTO
Formado, mas inquieto, Yhuri fez o que havia prometido a si mesmo: foi para Londres. Sem glamour. Em plena crise econômica, sustentava-se trabalhando em bar. Mas cada folga era usada para praticar fotografia. Mais do que isso, ele se oferecia como assistente de fotógrafos de moda. Não para aparecer, para aprender.
Foi ali que teve o primeiro contato real com o conceito de posicionamento. Entendeu que imagem pessoal, comunicação e intenção caminham juntas. Que mostrar apenas o melhor não é vaidade, é estratégia. Que ninguém paga mais por quem se apresenta como “mais um”.
Antes de Londres, tinha dificuldade em fechar ensaios de R$ 400. Era criticado por cobrar esse valor enquanto outros entregavam tudo por R$ 150. O trabalho era bom. A comunicação, não.
Depois de pouco mais de um ano fora, voltou ao Brasil cobrando R$ 800, sem uma mudança radical na técnica, mas com uma transformação total na imagem pessoal. Resultado? Agenda cheia. Um trabalho atrás do outro. Referência na cidade. Referência para outros fotógrafos.
Porque o mercado não compra apenas o que você faz. Compra como você se posiciona.

BALNEÁRIO CAMBORIÚ E A ESCOLHA PELO FOCO
Foi nesse momento que conheceu Maitê, sua esposa. Casaram-se e decidiram começar juntos em Balneário Camboriú. Cidade nova, mercado competitivo, zero atalhos. A entrada foi difícil, mas a clareza de propósito fez diferença.
A decisão mais estratégica veio em seguida: segmentar. Yhuri escolheu atuar exclusivamente com retratos voltados a posicionamento. Nada de ser genérico. Nada de atender tudo. O foco fortaleceu o discurso, a percepção e o valor.
Com o reconhecimento consolidado e uma atuação que hoje ultrapassa as fronteiras regionais para atender clientes em todo o Brasil, seu trabalho passou a atrair a confiança de grandes empresários, líderes e personalidades de destaque nacional. Fruto de um posicionamento extremamente intencional e da entrega de resultados de excelência, ele teve a oportunidade de fotografar nomes de grande relevância, como Wendel Carvalho, Caio Carneiro, Marcus Marques, Geraldo Rufino, Julio Rocha, Guilherme Pilger e Altemir Rocha, reafirmando sua autoridade no mercado da fotografia de alto nível.
Yhuri entendeu cedo algo que muitos demoram décadas para aceitar: não basta ser bom. É preciso ser percebido como o melhor e sustentar isso na entrega.

MAIS DO QUE FOTOGRAFIA: ESTRATÉGIA DE IMAGEM
O diferencial nunca foi apenas a câmera. É o processo.
Hoje, seu trabalho atua em três níveis integrados: posicionamento, vídeo e fotografia. A imagem é só a ponta do iceberg. O que ele entrega, de fato, é estratégia de posicionamento pessoal e profissional.
Tudo começa antes do ensaio. Há uma imersão profunda para entender quem é aquela pessoa, o momento que vive, seus objetivos e como deseja ser percebida. A partir disso, constrói-se um posicionamento coerente, verdadeiro e sustentável.
O vídeo entra como narrativa. Presença. Voz. Ritmo. Autoridade. Já a fotografia consolida tudo em imagens fortes, intencionais e atemporais. Durante o processo, o cliente não precisa saber posar. Precisa confiar. A condução é parte do trabalho.
O impacto aparece rápido. Clientes aumentam honorários, mudam o perfil de público, acessam novos ambientes, recebem convites para palestras, entrevistas, sociedades e projetos maiores. Muitas vezes, a transformação começa na imagem — e termina na forma como a pessoa se enxerga profissionalmente.

AUTORIDADE QUE GERA ESCALA
O posicionamento consistente também abriu espaço para produtos digitais. Mentorias e cursos surgiram naturalmente, a partir da demanda de profissionais que queriam entender não apenas o resultado, mas o processo.
Além de diversificar receita, os produtos ampliaram alcance e consolidaram autoridade. O mercado passou a enxergar Yhuri não só como executor, mas como estrategista, alguém que entende profundamente o caminho e sabe conduzir outros por ele.

MENTALIDADE, FÉ E DISCIPLINA
A base de tudo é clara. A ordem não muda: Deus, família e trabalho. A fé dá direção. A família dá chão. A disciplina sustenta o ritmo.
Casado, pai, Yhuri protege o tempo em casa. Viajar, viver momentos simples, estar presente. O jiu-jitsu onde é faixa marrom, entra como válvula de equilíbrio. Corpo alinhado, mente no lugar.

FUTURO, LEGADO E RESPONSABILIDADE
O próximo passo é claro: consolidar-se como referência nacional em posicionamento, ampliando impacto através de educação, mentorias e projetos estratégicos.
O legado também é simples e poderoso: ajudar pessoas a ocuparem o lugar que realmente merecem. Mostrar que posicionamento não é sorte. É escolha. Clareza. Consistência.
Nada acontece por acaso. Resultados vêm de disciplina, constância e coragem para bancar decisões difíceis. O verdadeiro posicionamento começa quando alguém assume quem realmente é, e sustenta isso no mundo.
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Instagram: @yhuri_ramos
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